Diário: 13/04/2017

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Rejeição aos partidos pode levar a renovações

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congresso

A rejeição crescente ao modelo político atual pode levar a uma renovação… Ao menos no nome das legendas. Além do antigo PFL, que comemorou 10 anos de Democratas na semana passada, outros partidos devem seguir o mesmo caminho.

O PTdoB deve oficializar a mudança para “Avante” no encontro nacional da legenda, no próximo dia 29, emBrasília. Com isso, o objetivamente é fazer 15 deputados em 2018 — hoje possuem apenas 5.

Já o PTN mudou recentemente seu nome para “Podemos”, igual o popular partido espanhol. Com isso, pretendem lançar candidato ao Planalto no ano que vem.

Por sua vez, o PSL já adotou o “Livres”. Até o PMDB cogita uma mudança de nomenclatura. Na reuniões do partido, Romero Jucá, presidente da sigla, fala em “Movimento”.

Radar On Line

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Caicó e Florânia na lista das cotas zeradas do FPM de abril

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Só esse mês, na primeira cota, 25 cidades do Rio Grande do Norte tiveram seus FPM’s completamente zerados. Entre os motivos mais comuns para uma ou mais parcelas do FPM vir zerado, está no fato das obrigações sociais, como por exemplo, o não recolhimento do INSS patronal e dos servidores, o que acaba ocasionando a retenção dos recursos pela Receita Federal.

  • Municípios com FPM zerados na primeira cota de abril/2017:
  • 1-  Alto do Rodrigues
  • 2-  Brejinho
  • 3-  Caicó
  • 4-  Florânia
  • 5-  Galinhos
  • 6-  Gov. Dix-Sept Rosado
  • 7-  Grossos
  • 8-  Ielmo Marinho
  • 9-  Itajá
  • 10-Jacanã
  • 11-Jandaira
  • 12-João Câmara
  • 13-Marcelino Vieira
  • 14-Martins
  • 15-Nova Cruz
  • 16-Pedra Grande
  • 17-Pedro Velho
  • 18-Pureza
  • 19-São Bento do Norte
  • 20-São José do Campestre
  • 21-São Rafael
  • 22-Sen. Georgino Avelino
  • 23-Touros
  • 24-Triunfo Potiguar
  • 25-Umarizal.

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Odebrecht cita R$ 451 mi para políticos investigados

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Os crimes que serão investigados nos 76 inquéritos da lista do ministro Edson Fachin envolvem pagamentos a políticos que chegam a R$ 451,049 milhões. Desse total, os delatores da Odebrecht dizem ter repassado R$ 224,6 milhões por obras e contratos nos governos federal, estaduais e municipais e R$ 170 milhões por medidas provisórias, emendas parlamentares e resoluções legislativas que atendiam aos interesses da empreiteira.

O inquérito que envolve as maiores propinas que a empreiteira afirma ter pago é o da compras das medidas provisórias 470/2009 e 613/2013. A primeira, segundo a acusação da Procuradoria-Geral da República, motivou o pagamento de R$ 50 milhões para a campanha presidencial de Dilma Rousseff, em 2010, e em razão da segunda a empreiteira relatou ter desembolsado R$ 100 milhões para a campanha de reeleição da presidente, em 2014.

A Odebrecht contabilizou ainda o pagamento de R$ 7 milhões no Congresso para a aprovação das MPs. Ao todo, segundo a empreiteira, R$ 4 milhões foram distribuídos aos senadores Romero Jucá (PMDB-RR) e Renan Calheiros (PMDB-AL), mais R$ 2 milhões ao senador Eunício Oliveira (PMDB-CE) e aos deputados Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA) e Rodrigo Maia (DEM-RJ). Ambas as MPs favoreciam a Braskem, uma das empresas do grupo Odebrecht. A 470 alterava a forma de cobrança do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e a 613 concedia incentivos tributários a empresas químicas.