Cerca de 4,3 milhões de brasileiros estavam desocupados e não procuraram emprego no quarto trimestre do ano passado, mostram dados divulgados nesta sexta-feira (23) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e estatística (IBGE). Com a recuperação da economia, parte desse contingente deve voltar a tentar vagas ao longo do ano e esse movimento vai “segurar” a queda do desemprego no país, de acordo com economistas ouvidos.
Para Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), uma pessoa que esteja sem trabalho e tenha deixado de procurar entra no chamado grupo do “desalento”. É considerado um desalentado o trabalhador que não tenha procurado emprego nos últimos 30 dias.
No último trimestre do ano passado, o número de pessoas nessas condições foi o maior já registrado desde o início da série histórica, em 2012. Já a média anual foi de 4,17 milhões.
No entanto, a aposta de analistas ouvidos pelo é que esse cenário se inverta em 2018, em meio à volta do crescimento da economia. E esse movimento deve segurar a queda do desemprego no Brasil este ano.
sso porque, se as pessoas que haviam desistido de procurar trabalho voltarem a tentar uma vaga, elas deixam de constar na lista do desalento passam a contar como desempregadas. Logo, quanto mais gente volta a procurar, mais devagar é a queda da taxa de desemprego.
O que os economistas comentam é que a redução do desalento – e esse seu efeito de “segurar” a queda da taxa de desemprego – é um fenômeno comum em economias em recuperação e, por isso, essa é uma tendência esperada para o Brasil em 2018.
G1
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