Flávio Bolsonaro, filho do candidato a presidência da República pelo PSL, Jair Bolsonaro, postou uma foto do pai sentado em uma poltrona no quarto do hospital Albert Einstein, em São Paulo. Na imagem, o deputado federal aparece fazendo um gesto com as mãos.
“Meu pai segue evoluindo e começou agora a fisioterapia. Muito obrigado a todos pela força e pelas orações!”, escreveu Flávio.
Bolsonaro sofreu um atentado a faca na última quinta-feira (6), em Juiz de Fora (MG). O presidenciável foi operado no mesmo dia na Santa Casa da cidade mineira e transferido para o hospital de São Paulo na sexta-feira.
O boletim médico divulgado neste sábado (8) informa que não houve intercorrência nas últimas 24 horas e os exames de imagem e laboratoriais realizados ontem durante avaliação médica mostraram resultados estáveis. “Encontra-se em boas condições cardiovascular e pulmonar, sem febre ou outros sinais de infecção. Mantém jejum oral, recebendo nutrientes por via venosa”, diz a nota.
Não há previsão ainda de alta.
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Mark Zuckerberg, o diretor geral (CEO) do Facebook disse que a companhia passa por momento difícil depois dos problemas com o vazamento de dados da Cambridge Analyitica em março e a forte queda no preço das ações da empresa. Em seu perfil oficial na rede social sobre como pretende contornar a situação ele destacou que levará ao menos três anos para arrumar a casa.
O candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro mantém-se consciente, em boas condições clínicas e hoje será movimentado do leito para a poltrona, de acordo com boletim médico divulgado nesta manhã pelo Hospital Albert Einstein, no bairro Morumbi, no qual ele está internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) desde ontem. Bolsonaro foi esfaqueado na tarde de quinta-feira (6) durante uma atividade de campanha, em Juiz de Fora (MG).










Filho do candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, o deputado estadual pelo Rio de Janeiro Flávio Bolsonaro (PSL) declarou nesta sexta-feira, 7, por meio de um vídeo divulgado em seu perfil no Facebook, que o presidenciável “provavelmente não consegue mais ir para as ruas nessa campanha”.
