O Ministério da Defesa divulgou nesta segunda-feira (20) nota assinada pelo ministro Fernando Azevedo e Silva na qual afirma que as Forças Armadas trabalham “sempre obedientes à Constituição Federal” para “manter a paz e a estabilidade do país”.
A nota foi divulgada um dia depois de o presidente Jair Bolsonaro ter discursado em um ato contra a democracia em frente ao Quartel-General do Exército, em Brasília. O texto da nota não faz referência ao episódio, no qual manifestantes pediram, com gritos e faixas, intervenção militar e fechamento do Congresso e do Supremo Tribunal Federal.
Bolsonaro participou discursando de cima de uma caminhonete. Os manifestantes pediram ainda a reedição do Ato Institucional número 5 (AI-5), da ditadura militar, que fechou o Congresso, cassou políticos, suspendeu direitos, instituiu a censura à imprensa e levou à tortura e morte de presos políticos.
Powered by WPeMatico





O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, afirmou nesta segunda-feira (20) que a Constituição permite a adoção de medidas mais rígidas para restringir a locomoção durante a pandemia do coronavírus. O isolamento e o distanciamento social são medidas preconizadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e por especialistas como métodos para conter a disseminação do vírus.
O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta segunda-feira (20) que a preservação dos “sinais vitais” da economia não significa “sair do isolamento agora”. Segundo o ministro, há “total apoio” ao isolamento. Guedes deu as declarações ao participar de uma videoconferência, organizada pelo banco BTG Pactual.
O ditador da Coreia do Norte, Kim Jong-un, está em tratamento após passar por “procedimento cardiovascular” no início do mês, disseram fontes à imprensa sul-coreana nesta segunda-feira (20). Um oficial da Casa Branca informou à rede de TV norte-americana CNN que Kim está em “grave perigo” após passar por cirurgia. O regime norte-coreano não se manifestou oficialmente.