O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN) deu mais um passo no fortalecimento de sua Política de Gestão Documental e Sustentabilidade ao realizar, em 2025, o descarte ambientalmente responsável de 9.619 processos judiciais físicos, o equivalente a aproximadamente 5,7 toneladas de papel. Todo o material foi destinado à reciclagem por meio de doação à Cooperativa de Catadores de Materiais Recicláveis e Desenvolvimento Sustentável do RN (Coocamar), unindo modernização administrativa, segurança da informação e impacto social positivo.
O volume eliminado neste ano representa um avanço em relação a ações anteriores, refletindo a consolidação e a ampliação dos procedimentos de eliminação antecipada de processos físicos já digitalizados. A iniciativa, segundo o juiz auxiliar da Presidência, Marivaldo Dantas, evidencia o amadurecimento da política institucional do TJRN, que, ao longo dos últimos anos, vem intensificando a análise técnica dos acervos judiciais e ampliando a destinação ambientalmente adequada de documentos.
“O TJRN vem avançando em diversas áreas e nessa gestão documental e de memória também. Nós, agora do último concurso, contamos com dois arquivistas e dois historiadores, uma mão de obra que nunca existiu no Tribunal de Justiça e que contribui significativamente para esse processo todo. Um segundo ponto foi agora em 2025 a criação de uma sessão que engloba arquivo, protocolo, a gestão da memória”, disse. Ele assinalou que a divulgação, a parte da memória, dos acervos de guarda permanente e daqueles que precisam, tem um valor histórico maior e de informação para a sociedade potiguar.
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