Orelhões devem ser retirados das ruas pelas operadoras

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Os orelhões fizeram parte do cotidiano dos brasileiros até o começo dos anos 2000

Por mais de 50 anos, as calçadas brasileiras foram ocupadas por aparelhos que permitiam à população se comunicar com qualquer um e em qualquer lugar. Criados pela arquiteta sino-brasileira Chu Ming Silveira, os telefones de uso público (TUP), ou simplesmente orelhões fizeram parte do dia a dia dos brasileiros. A partir de 2026, eles começarão a desaparecer das ruas. Com o encerramento dos contratos de concessão da telefonia fixa em dezembro de 2025, as antigas concessionárias deixam de ter obrigação ampla de manter telefones públicos nas ruas.

Um levantamento da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), de localidades potiguares vinculadas ao acesso coletivo (TUP), lista 256 registros no RN. Desses, 124 ainda aparecem com obrigação ativa, enquanto 132 já foram exonerados, pois já há uma cobertura móvel na localidade.

Após o fim das concessões do Serviço Telefônico Fixo Comutado (STFC) e a migração para o regime privado, prestadoras como Algar, Claro, Oi e Telefônica deixam de ter obrigação de manter os aparelhos onde não há exigência regulatória.

E a partir deste ano, as prestadoras podem iniciar a retirada dos orelhões não obrigatórios, a expectativa é que sejam removidas 30 mil estrturas. A Anatel frisa, porém, que não há previsão contratual impondo como isso será feito.

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