
Os 3 partidos que apoiaram o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na última eleição têm deputados trabalhando para entrar na base do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e, se possível, levar a respectiva sigla para o Executivo.
Os deputados desses partidos que querem ser base de Lula vislumbram uma reforma ministerial ao longo do ano que os contemple. Também querem indicar aliados para cargos de 2º escalão e nos Estados. No Executivo, a leitura é que o presidente não mexerá nos ministérios tão cedo.
O movimento tem escalas diferentes em cada um dos 3 partidos:
PL – de 20 a 30 dos 99 deputados da sigla gostariam de se aliar ao Executivo. Uma entrada oficial da legenda no governo por enquanto está distante por causa da quantidade de bolsonaristas filiados;
PP – ao menos 20 dos 49 da bancada têm dado sinais pró-governo. O número inclui deputados de destaque como André Fufuca (líder da bancada), Aguinaldo Ribeiro (PB), Eduardo da Fonte (PE) e Cláudio Cajado (BA). O presidente do partido, senador Ciro Nogueira (PI), quer ficar na oposição, mas está com pouco controle sobre a bancada;
Republicanos – dos 3, é o que tem os governistas mais discretos e menos numerosos. Há conversas em andamento, ainda que pouco promissoras. A legenda tem 40 deputados.
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