Em meio à fragilidade do CBH-PPA, nova diretora da ANA visita o Seridó para conhecer a bacia do Piancó-Piranhas-Açu

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A nova diretora da Agência Nacional de Águas (ANA), Larissa Oliveira Rêgo, visita nesta terça-feira (28) a região do Seridó, em sua primeira agenda oficial na área. A gestora vem conhecer de perto a bacia hidrográfica do Piancó-Piranhas-Açu, seus principais reservatórios e o atual cenário dos recursos hídricos no semiárido.

Durante a visita, Larissa Rêgo deve se reunir com integrantes do Comitê da Bacia Hidrográfica do Piancó-Piranhas-Açu (CBH-PPA) para discutir os desafios e as perspectivas da gestão das águas na região.

A visita acontece em um momento considerado de fragilidade do comitê. Desde o período em que o colegiado era presidido por Procópio Lucena e Paulo Varella, observa-se um declínio perceptível nas ações e na presença do comitê em campo. Essa ausência tem gerado cobranças de diversos segmentos de usuários de água.

“Há tempos a gente não vê o comitê presente nas comunidades, acompanhando as realidades locais”, lamentou um usuário da região, que preferiu não se identificar. Outro destacou que “o comitê precisa voltar a ser atuante, como já foi no passado, principalmente agora, com as mudanças climáticas e as incertezas sobre os reservatórios”.

Diante desse cenário, a presença de Larissa Oliveira Rêgo no Seridó ganha ainda mais relevância, simbolizando uma oportunidade de reaproximação entre a ANA, o comitê e os usuários da bacia, além de reforçar a importância do diálogo e da cooperação na gestão dos recursos hídricos do semiárido.

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Funasa garante recursos e reforça apoio à implantação do aterro sanitário do Seridó

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A superintendente da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), Maria Elizabete Silva de Moura, destacou durante reunião em Caicó a importância da parceria entre a Funasa e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh) para a consolidação da política de gestão de resíduos sólidos no Rio Grande do Norte. Segundo ela, o convênio firmado entre as duas instituições já existe há mais de dez anos e assegura R$ 22 milhões em recursos destinados às regiões do Alto Oeste e do Seridó, garantindo o avanço de obras estruturantes como o aterro sanitário de Caicó.

Maria Elizabete ressaltou que a Funasa tem acompanhado de perto todas as etapas do processo, desde as audiências públicas até o fechamento dos projetos técnicos e legais necessários para a execução. “Os recursos estão garantidos e representam uma complementação importante para que o Seridó avance no tratamento dos resíduos sólidos”, afirmou. A superintendente acrescentou que, após a efetivação do funcionamento do aterro, a Funasa continuará acompanhando o projeto, especialmente nas ações de educação em saúde e capacitação dos catadores, assegurando a sustentabilidade social e ambiental da iniciativa.